ESCOLA
OMAR DONATO BASSANI
PROFESSOR: Marcos Dos Santos Morado
Atividades da semana de 25/05 a 29/05
Orientações:
·
Ler e resumir - Textos e artigos de turismo sobre os
principais pontos turísticos afetados pela pandemia do Covid.19 em relação a economia
do local
·
Entregar Atividades: no retorno das aulas
Qualquer dúvida:
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Ano
/ Série
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8º
C , 9º D e 3º A
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Objetos
de Estudo
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Roteiros
de Turismo afetados com a Pandemia
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Competências
/ Habilidades
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Ações
Interpretativas
Produção
de textos base
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Tempo
de Estudo
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45
minutos aula sendo duas aulas semanais.
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Mediante a crise de saúde pública, ocasionada pela
expansão do Covid-19, setor
de turismo fica ameaçado no país. Desde o
mês de fevereiro, com a chegada do corona
vírus, marcas de hotéis e agências estão reduzindo
o número de funcionários e até
mesmo fechando as portas. Segundo os especialistas,
o mercado está entre os mais
afetados pela pandemia e precisará de recursos
federais para poder se reerguer.
Somente no Rio de Janeiro, é mais de 80
hotéis que paralisaram suas atividades,
de acordo com Alfredo Lopes, presidente
da Associação Brasileira da Indústria
Hoteleira no Rio de Janeiro (ABIH-RJ).
Leia também: Seguro desemprego e FGTS podem
ser usados para ressarcir
funcionários do turismo
Ele explicar que o setor está lutando para não
demitir. No entanto, vem
enfrentando dificuldades, pois não há previsão para
a retomada das atividades.
“A perdurar essa pandemia e com a total falta de
hóspedes, poderá haver uma
demissão de até 20% desse montante [de
trabalhadores]”, afirma Lopes.
Para tentar amenizar os impactos dessa crise, Lopes
defende que o governo
federal precisará atuar em parceria com os
órgãos do setor, de modo que possa ofertar
recursos e opções de negociações ao longo dos
próximos meses.
MP a favor do turismo
Na última semana, mediante este cenário,
o presidente Jair Bolsonaro validou
uma medida que permite que as marcas de hotéis e
agências não fiquem obrigados a
devolver os valores de pacotes de viagens já
adquiridos.
O texto do projeto afirma que as empresas terão o
direito de negociar com os
compradores um novo prazo, dentro de um período
de 12 meses. Nesse caso, será
necessário um diálogo para que possa haver datas e
oportunidades que sejam
compatíveis para ambos.
Se não for possível dar continuidade a compra,
apenas após o período de
calamidade pública é que a empresa terá que
devolver os investimentos realizados.
De acordo com a MP 948, as companhias
áreas também não precisam realizar a
devolução imediata. As regras também são válidas
para eventos, espetáculos e demais
atividades que envolvem lazer.
Professora de turismo da Universidade de São Paulo
(USP), Mariana Aldrigui,
afirma que o mercado deverá se readaptar mesmo após
o período de crise para poder
retomar os recursos perdidos.
“As consequências da pandemia no setor de turismo
serão muito devastadoras,
especialmente para os pequenos
empresários”, diz a professora da USP.
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